terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Participação no I Encontro Institucional do PIBID UFFS

Chapecó sediou o I Encontro do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência – PIBID/UFFS nos dias 4 e 5 de junho de 2013. O encontro reuniu integrantes dos projetos PIBID (coordenadores, supervisores e bolsistas de iniciação à docência) dos cinco campi da Universidade Federal da Fronteira Sul.
As atividades foram realizadas nas dependências do Hotel Mogano Business e das Faculdades IDEAU, em Chapecó. Foram realizadas diversas atividades: palestras, mesas redondas e os seguintes grupos de trabalho: 1. Práticas de avaliação na educação básica; 2. Gestão dos processos educacionais, 3. Currículo da educação básica, 4. Gênero e diversidade, 5. Políticas Públicas voltadas à educação, 6. Saberes e fazeres docentes e 7. Violência e agressividade na escola.



No segundo dia ocorreu também reunião por cursos-PIBID. Neste momento realizamos um encontro entre os dois PIBID Ciências Sociais e uma avaliação dos trabalhos que tem sido realizados neste projeto. Neste momento tivemos a oportunidade de aprofundar nossa reflexão e proposta.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Encontro entre PIBID de Ciências Sociais da UFFS – Chapecó/SC e Erechim/RS

No dia 22 de maio de 2013, foi realizado nas dependências da Escola Érico Veríssimo (Erechim) o primeiro encontro de integração entre integrantes dos sub projeto PIBID Sociologia/Ciências Sociais da Universidade Federal da Fronteira Sul (Chapecó-SC e Erechim-RS). Participaram deste encontro dois coordenadores, dois supervisores e dezoito bolsistas de iniciação à docência.
O encontro iniciou com uma visita de reconhecimento à Escola Erico Verissimo coordenada pela supervisora Adelice. Após isto, os dois grupos se encontraram e apresentaram o histórico e atividades que têm sido realizadas em cada projeto. Segundo seus integrantes, o PIBID de Sociologia de Erechim iniciou em agosto de 2011, com a coordenação do professor Clovis Schmitz e a supervisão da professora Adelice. Relataram que no primeiro semestre os integrantes buscaram institucionalizar o projeto, realizar o reconhecimento do espaço escolar, estudar a matriz curricular, e em 2012 iniciaram as observações e intervenções em sala de aula.
A Escola Erico Verissimo oferece disciplinas do Ensino Fundamental, Ensino Médio e EJA (Educação de Jovens e Adultos), mas não possui docente de Sociologia no Ensino Médio habilitado em Ciências Sociais. Os integrantes do projeto apresentaram também a oficina de fotografia e o projeto democracia e representação realizadas com estudantes de ensino médio, além do blog do PIBID.

Os integrantes do PIBID Ciências Sociais de Chapecó apresentaram um breve histórico do projeto, algumas atividades realizadas e projetos em desenvolvimento e em planejamento.

 

Aprendendo sobre modos de produção capitalista com origami

O bolsista e acadêmico de Ciências Sociais, Rafael Fernando Lewer, propôs e desenvolveu uma atividade diferenciada na disciplina de Sociologia com estudantes do primeiro ano do ensino médio da EEB. Marechal Bormann, supervisão do professor Tarcísio Briguenti. O tema proposto era Modo de Produção Taylorista/Fordista, mas foi ampliado para outros dois modos de produção: Núcleo Familiar (Paternal) e Toyotismo.
Como método de ensino, optou por apresentar e vivenciar o conteúdo modos de produção se criou uma fábrica fictícia de origamis, no caso, produção do Origami Gioco Inferno e Paradiso.
Para realizar esta atividade, a turma foi dividida em três grandes grupos, cada um representando um modo de produção:

Equipe 01. Modo de Produção de Núcleo Familiar. Este modo é constituído pela figura paterna, além da mulher e filhos. Neste modo de produção capitalista, a coordenação do processo está na figura paterna. É ele que recebe os materiais para montagem do produto, vai coordenar e administrar a renda da produção, embora a família tenha conhecimento sobre todo o processo de produção. De forma alegórica, foi a figura paterna que administrou e coordenou a produção dos origamis.

Equipe 02. Modo de Produção Taylorista/Fordista. Neste modelo, a produção ocorre em escalas, já não existe mais família, todos são funcionários dentro de uma fábrica, recebendo salários, e montando o mesmo produto massivamente, sem diversidade de produtos, ou mesmo condições adequadas de trabalho. O trabalho é dividido, cada funcionário faz uma pequena parte do processo de produção, não tendo domínio ou controle sobre ele. Para experenciar este modo de produção se criou uma fábrica fictícia de origamis onde cada integrante desta equipe ficou responsável por parte da produção, ou seja, a produção ocorreu em série, ao mesmo tempo, sem deixar acumular material na esteira.

Equipe 03. Modo de Produção Toyotista. Neste modo de produção o trabalho também é dividido e cada funcionário é responsável por uma pequena parte do processo produtivo. A diferença do modo de produção fordista é que aqui há diversificação da produção. Este modelo é também chamado de capitalismo humanista, pois prevê algumas formas de melhorar a qualidade de trabalho dos funcionários. Também nesta atividade, cada integrante da equipe ficou responsável por uma dobra do origami, com a diferença de que o mesmo deveria ser com qualidade e os produtos eram diferenciados. Isto fez com que fosse necessário dividir a equipe em duas e produzir produtos diferentes ao mesmo tempo.

Conhecer e refletir sobre os modos de produção capitalista utilizando o concreto e a ludicidade permitiu aos estudantes participantes vivenciar as dificuldades de produção e compreender as diferenças entre os modos de produção apresentados.
Após esta atividade e para aprofundar o conteúdo, foi exibido e debatido o documentário “Carne e Osso” que mostra e reflete sobre as dificuldades dos trabalhadores e o cotidiano da produção de carnes no Brasil. Além disto, foi indicada a leitura de um texto didático.
Como avaliação das atividades foi solicitada que os estudantes identificassem no documentário, qual era o Modo de Produção do Sistema Capitalista presente, e produzissem um texto argumentando sua afirmação com base na dinâmica e no texto didático.
Ao final das atividades, constatou-se que o aprendizado dos estudantes participantes foi bastante significativo e que o uso de diferenciadas metodologias de ensino pode facilitar o entendimento de categorias sociológicas complexas como modo de produção, exploração, produção em série, mais-valia. Além disto, é importante ressaltar que o aprendizado pode ser facilitado se estudantes se identificarem com os conteúdos propostos e isto pode ocorrer através do uso de recursos lúdicos, visuais, e concretos.



              Imagem disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=Ugs_aDPtv5k

Mídias como Ferramentas de Educação

A partir do tema comunicação e tendo como público-alvo os bolsistas do Projeto "Antropologia, Educação e Diversidade" (PIBIC EM/CNPq/UFFS), foi realizado no mês de julho a oficina intitulada “As mídias como ferramentas de educação”, que teve na coordenação as bolsistas do PIBID Ciências Sociais, Chapecó: Leandra Batista de Azevedo, Ana Paula Wizniewski, Ivanir Fátima Be, Sandra Naysinger Mariano e Tais Andreia Camargo Aguirre.
O principal objetivo do projeto foi mostrar aos jovens estudantes ferramentas de comunicação para agregar na cidadania e no espaço escolar. Objetivava também proporcionar um espaço de conhecimento e discussão sobre mídias e de como utilizar essas mídias na escola ou fora dela.
O projeto foi desenvolvido em diversas etapas e durou um mês. A primeira etapa teve como objetivo apresentar a mídia rádio e percebê-la como veículo de comunicação acessível e com baixo custo de produção. Em seguida foi realizada uma oficina de mídia rádio para conhecer formas de produção e utilização deste meio de comunicação. A oficina foi realizada em três momentos: a) Dia 18 de julho: foi realizada uma formação sobre comunicação, apresentada a história da rádio e da Rádio Chapecó, realizada uma reflexão sobre rádio novela e como atividade prática, cada participante produziu um anúncio publicitário sobre si mesmo; b) Dia 23 de julho: foi organizada uma visita a Rádio Chapecó e socializado os anúncios produzidos no encontro anterior; c) Dia 30 de julho: exercício sobre música e comunicação, oficina sobre Podcast com o professor Leonardo Rafael Santos Leitão (UFFS).


























Durante a oficina, foi gravado um Podcast sobre livros (disponivel em http://mais.uol.com.br/view/81sl0obyivrg/pibic--ciencias-sociais--podcast-livros-04020E1A3566C4B14326?types=A). Esta produção tinha como objetivos: desenvolver habilidades cognitivas nos participantes, permitir que estes tenham o conhecimento de como a mídia pode ser usada em prol do processo de ensino-aprendizagem e promover o desenvolvimento da interdisciplinaridade no âmbito escolar.





terça-feira, 3 de dezembro de 2013

PIBID CIÊNCIAS SOCIAIS PROMOVE segunda etapa do INTERCÂMBIO DE ESTUDANTES DE ENSINO MÉDIO

 Foi realizada no último dia 10 de julho a segunda etapa do projeto “Intercâmbio de estudantes de ensino médio” organizado por bolsistas de iniciação à docência em Ciências Sociais (PIBID/CAPES/ UFFS, Chapecó) e coordenado pelos docentes Tânia Welter e Tarcísio Brighenti. O objetivo deste projeto foi promover o contato e troca de experiências entre estudantes e docentes de escolas rurais e urbanas de Santa Catarina. A primeira etapa do projeto foi realizada em março deste ano quando cinqüenta e cinco estudantes da EEB Marechal Bormann, acompanhados dos integrantes do Sub Projeto PIBID Ciências Sociais e dos bolsistas de iniciação científica no ensino médio (Projeto “Antropologia, Educação e Diversidade” - UFFS/CNPq) passaram o dia conhecendo o cotidiano de estudantes e agricultores de assentamentos rurais de Abelardo Luz. Após diversas atividades e troca de cartas entre os estudantes, foi a vez de quarenta estudantes e docentes das escolas EEB Semente da Conquista e EEB Paulo Freire (Abelardo Luz) conhecer o cotidiano de estudantes de três escolas urbanas de Chapecó, entre elas, a escola anfitriã (EEB Marechal Bormann).
Em Chapecó, o grupo realizou as seguintes atividades: conheceu o cotidiano escolar da EEB Marechal Bormann através de atividades organizadas pelos docentes da escola, Tarcisio Brighenti e Camila Pelegrini; almoçou no Restaurante Popular (Bandejão); fez uma visita aos pontos turísticos do centro de Chapecó; conheceu a unidade da UFFS (Bom Pastor) onde foram recepcionados pelo pró-reitor de pesquisa e pós graduação, Joviles Trevisol e realizou uma visita guiada; conheceu a nova unidade da UFFS em Guatambu e dialogou com estudantes e docentes da UFFS e de três escolas de Chapecó.



O intercâmbio de estudante e docentes oriundos de realidades socioeconômicas distintas possibilitou a ambos ampliar seus conhecimentos e desmistificar idéias preconceituosas.


Refletindo sobre o rural com estudantes de Iniciação Científica Junior

No dia 02 de abril de 2013, os bolsistas Rafael Fernando Lewer e Dionata Luiz Plens da Luz (PIBID Ciências Sociais – CAPES), realizaram um evento com objetivo de refletir sobre as diferenças entre a vida no contexto rural e urbano com estudantes e bolsistas de iniciação científica no ensino médio (PIBIC EM/UFFS/CNPq). A atividade foi realizada em três momentos: 01. Exibição do documentário “Sem Perder a Ternura” (Brasil Plural, 2012); 02. Debate sobre o documentário e as problemáticas da vida e da educação no contexto rural; 03. Produção textual sobre as diferenças entre a vida no contexto urbano e rural.
O documentário “Sem Perder a Ternura” retrata a trajetória da família do bolsista Dionata, que é integrante do movimento de trabalhadores rurais sem-terra e uma das mais de 1500 beneficiadas pelo Instituto Nacional de Colonização de Reforma Agrária (INCRA). Esta família participou da criação dos assentamentos rurais em Abelardo Luz e região, onde se concentra a maior parte dos projetos de assentamento do estado de Santa Catarina.

Diferente de seus pais, que nasceram e viveram partes de suas vidas na periferia de uma pequena cidade de Santa Catarina, Dionata nasceu no assentamento rural, onde estudou e atuou como liderança jovem, o que o habilitou a realizar as provas seletivas e acessar a Universidade Federal da Fronteira Sul como acadêmico no curso de Ciências Sociais. O documentário mostra que este jovem inspirou-se em seu irmão, já graduado e hoje professor em escola rural e também em seus pais, que concluíram sua formação escolar já adultos e residindo em assentamento rural. 



          Além de explicitar que a educação escolar das crianças, jovens e adultos é prioridade nos projetos do movimento de trabalhadores sem terra, este documentário revela a bem sucedida experiência educacional de Dionata. 
           O documentário explicita também as preocupações com a sobrevivência e o contraste com o mundo rural observadas por este jovem quando chegou, para estudar, ao centro urbano de Chapecó, estado de Santa Catarina. 
               Assistir o documentário Sem Perder a Ternura, refletir e produzir um texto sobre as diferenças entre o educação nos contextos rurais e urbanos com estudantes e bolsistas de iniciação científica no ensino médio de Chapecó foi uma experiência muito rica para ambos os estudantes. Para os bolsistas PIBIC EM, foi uma possibilidade de esclarecer e aprofundar a reflexão sobre experiência vivida em março de 2013 quando realizaram uma visita junto com outros cinqüenta e cinco estudantes e docentes da EEB Marechal Bormann à diversos assentamentos rurais de Abelardo Luz e à EEB Semente da Conquista onde Dionata estudou. Para os bolsistas PIBID Ciências Sociais foi uma oportunidade de realizar uma ação docente, coordenar uma atividade e promover uma importante reflexão e diálogo com estudantes de ensino médio.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Pesquisa e criatividade: uma reflexão sobre cultura

Com base no tema CULTURA, foi realizado no mês de Abril de 2013 uma atividade na Escola Estadual Básica Marechal Bormann com o objetivo de incentivar os estudantes a pesquisa e a criatividade. A atividade exigia um trabalho de pesquisa, uma apresentação para a turma e uma fotografia que representasse a cultura. Cada grupo foi dividido em até quatro integrantes e as culturas distribuídas foram: cultura alemã, cultura japonesa, cultura chinesa, cultura indígena, cultura brasileira, cultura italiana e cultura muçulmana.
No trabalho devia conter informações sobre o que é cultura e componentes da cultura: traços culturais, complexo cultural, área cultural, padrão cultural e subcultura. Os estudantes tiveram um mês para pesquisa e preparação da atividade. Abaixo segue algumas informações retiradas dos trabalhos dos estudantes sobre o conteúdo de cada cultura.


GRUPO 1: Cultura alemã

A Alemanha vem contribuindo muito com a sociedade no ramo cultural. Também conhecida como terra dos poetas e dos pensadores, a Alemanha foi berço de fatos importantes na história mundial. A língua alemã e seus dialetos já foram a principal língua da Europa Central, Oriental e Setentrional. Hoje, a língua alemã é a que mais desperta interesse nos estudantes de línguas, em todo o mundo. Na Alemanha, também nasceram várias pessoas importantes e decisivas para a sociedade e para o desenvolvimento da humanidade, como Mozart, Franz Kafka, Adolf Hitler e Albert Einstein.
A cultura alemã é marcada por muitas influências culturais de outros povos, mas que ao longo do tempo foi adquirindo características próprias e muito marcantes. A sociedade alemã é composta por um povo muito unido e muito alegre, festas como o Carnaval, a Festa do Vinho, a Oktoberfest, festivais de música desde a Clássica até o Rock N’ Roll, juntamente com uma ótima culinária regada de maravilhosos vinhos auxiliam para que aconteça uma convivência fraternal

A Alemanha é um país situado no continente europeu, tem como capital a bela cidade de Berlim, possui uma área de 357 051 Km² e uma população de cerca de 81.757,600 de pessoas perdendo apenas para a Rússia como a maior população da Europa. O crescimento demográfico alemão é de cerca de 0,1% ao ano, a taxa de analfabetismo é menor que 5% e a renda per capita é de cerca de US$ 26 570.


GRUPO 2: Cultura japonesa


No Japão tudo tem um padrão onde se deve ser seguido, desde ajeitar um móvel em algum lugar onde fique bem, a quantidade de ingrediente em uma receita, etc. O padrão é usado para as pessoas se sentirem bem, não ter que pensar muitas vezes em fazer determinadas coisas. Nas casas, os cômodos são medidos exatamente o espaço que será necessário para organizar os móveis, o espaço das janelas, a quantidade delas.
Os alimentos também possuem um padrão, os legumes e vegetais são vendidos todos sobre medidas. O padrão torna tudo mais fácil e, é levado muito à sério no Japão, para que o consumidor leve para casa um produto bom, melhor e com pouco esforço de trabalho.

O Japão possui a décima maior população do mundo com cerca de 126,7 milhões de habitantes, sendo 99% japoneses e 1% coreanos. Sua população na área rural é de 21% e na área urbana 79%.









































GRUPO 3: Cultura chinesa

A escrita chinesa é baseada em diagramas (desenhos), que representam objetos, ideias e sentimentos, língua mais falada na China é o Mandarim, mas, existem outras línguas como wu, cantonês, dialetos, mim, jim, tiang e gam.
As principais religiões na China são confucionismo e taoismo que são consideradas também como filosofia da vida, budismo, islâmica e cristianismo.
A arte chinesa é marcada pela beleza dos vasos em cerâmica pintados artesanalmente com motivos culturais da China, também tem arte na seda e também destacam em suas telas paisagens animais e mitologia.

As invenções chinesas contribuíram com o desenvolvimento do mundo as principais invenções foi a pólvora, o papel, estribo e a bussola.



GRUPO 4: Cultura indígena

O contato com o homem branco, sempre foi prejudicial ao povo indígena, provocando perdas das terras e dos valores culturais. Com o passar dos anos as tribos indígenas foram perdendo alguns de seus costumes, antes mesmos de serem estudados. Os indígenas eram adaptados ao meio ambiente e assim não tendo como se proteger das doenças da civilização, muitos morreram pela gripe, sarampo dentre outras doenças. Assim dos milhões que habitavam o Brasil, hoje somam aproximadamente 600 mil.
A divida do homem branco referente aos índios é muito alta. Qualquer coisa que se fale dos índios será pouco, dentre tudo o que passaram.

Os índios têm costumes de pintar seus corpos ou até mesmo os produtos artesanais, de forma que podemos chamar de forma “abstrata”. Eles se inspiram na natureza, mas não a copiam, podemos também chamar as suas “artes” vamos dizer assim de primitivas. Eles não matam as aves para comer, só guardam as suas penas, para produzir os produtos artesanais, essa pratica plumaria era restrita aos homens, nas tribos onde as mulheres usam penas, elas são discretas usando somente nos pulsos ou tornozelos, e são entregues na maioria em cerimonias especiais.



GRUPO 5: Cultura brasileira


Em sua essência seria composta por uma diversidade cultural, que se desenvolveu desde os tempos de colonização. O processo de mestiçagem contribuiu para a diversidade da cultura brasileira, no que se diz respeito aos costumes, práticas, valores, entre outros aspectos. A consequência dessa diversidade é um caldeirão onde tudo se mistura: música caipira, danças europeias, ritos da capoeira, cantos indígenas, batida do maracatu, a malandragem do samba, o barulho das guitarras roqueiras, o artesanato e tantos outros traços diversificados do povo brasileiro.
A região em que predominam determinados complexos culturais forma uma área cultural. Esta é, portanto, o espaço geográfico no qual se manifesta certa cultura. Apresentam grandes semelhanças quanto aos traços e complexos culturais. Já as diversas culturas, diferentes origens, se encontram na mesma área cultural, quando há respeito mútuo, temos uma situação multicultural.
No Brasil não temos uma situação multicultural, existem, sim, miscigenação racial, mas não é multiculturalismo, pois convivemos com racismo, preconceito e discriminação.

Foi visto então, que a cultura brasileira é muito diversificada, e sua origem se tem na colonização feita pelos portugueses, e logo após diversos países com diferentes culturas, sendo de grande influência a africana trazida pelos escravos, que junto com eles na bagagem veio diversas características adotadas pelo povo brasileiro, desde a culinária até a religião. Nossa cultura basicamente é um revirado de diferenças, uma mistura de diversas culturas.

GRUPO 6: Cultura italiana

       A Itália é considerada o berço da cozinha ocidental. O aroma, a aparência, o colorido, todas as características desta culinária atiçam os nossos sentidos. A massa é fundamental na culinária italiana, mas neste país também é muito comum o consumo de peixes e frutos do mar. As carnes também são comuns, apesar da maioria ser proveniente de outros países como a Holanda e Alemanha.
Com a chegada dos imigrantes no Brasil, muitos alimentos foram introduzidos no cardápio do local. Até a chegada dos italianos, não era um costume consumir grande variedade de frutas e verduras. Encontrando quintais com terrenos disponíveis, os italianos que optavam viver nos centros urbanos formavam hortas onde cultivavam hortaliças e legumes não só o consumo familiar, mas também para o comércio.

       Os artistas eram marcados pela busca do belo, trazendo em seus parâmetros a perfeição, simetria, proporção e figuras. Entre os principais nomes da história das artes estão os renascentistas italianos: Leonardo Da Vinci, Michelangelo e Rafael Maquiavel.



GRUPO 7: Cultura muçulmana

          O comércio muçulmano é basicamente feito por joias preciosas como o ouro, prata, etc. E também por tapetes, alimentos e “burcas” (uma espécie de manto onde é obrigatório o uso para as mulheres).
As mulheres muçulmanas vivem rodeadas por regras e leis que privatizam muito a sua vida e desrespeitá-las pode até estar pondo em risco sua própria vida.
Mesquitas são onde os muçulmanos da religião islâmica se reúnem para realizar suas orações. Antes de entrar nesse local é obrigatório a pessoa tirar o calçado como sinal de respeito. A mesquita é construção mais complexa do mundo islâmico. Elas têm grandes pátios com minaretes (torres) ou cúpulas. As primeiras mesquitas construídas no mundo Árabe eram estruturas muito simples. Elas tem o objetivo das pessoas adorarem e rezarem para Deus neste local.